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Entrega de uma casa móvel Tudor usada em Amarante, descarregada no terreno

Publicado a 7 de maio de 2026 · 34 min · Vídeo em português

Momentos do vídeo

  1. 0:03A Tudor do Paulo chega a Amarante
  2. 1:29Medidas 3,70 × 10,70 m, chassis e pontos de apoio
  3. 3:39Como funciona a importação direta
  4. 6:26Como o cliente comprou na loja de Vigo
  5. 17:29Casa usada: sem garantia e revisão à chegada
  6. 19:00Apoio extra e corte de rua: o que cabe ao cliente
  7. 21:28Prazo de entrega
  8. 28:55A casa é colocada no local

Neste vídeo de maio de 2026, Matheus Agueda, fundador da Green Village, acompanha no terreno a entrega de uma casa móvel Tudor ao cliente Paulo, em Amarante, no norte de Portugal. A descarga foi feita num espaço industrial; Matheus admite que a casa poderá servir para alojar funcionários, mas diz que não perguntou ao cliente o fim exato. É uma unidade usada, de 1998–1999 aproximadamente, vinda de Inglaterra, com 3,70 m de largura por 10,70 m de comprimento, dois quartos e cerca de 40 m².

Antes da descarga, Matheus mostra o chassis, as patas de apoio e os pontos marcados «support point», onde se colocam blocos ou barrotes de madeira para nivelar a casa no local. Mostra também a tubagem de gás, a ligação de água com adaptador para mangueira, a saída de esgoto e as rodas, que aqui estavam em bom estado — o que nem sempre acontece em casas antigas.

O cliente contactou a Green Village pelas redes sociais, falou com um consultor por WhatsApp e visitou a loja de Vigo, onde escolheu esta casa, que estava em exposição; a entrega aconteceu pouco depois. Segundo Matheus, só cerca de 10 % das vendas saem de casas em loja. As restantes são compras sob importação, com base em vídeos e fotos reais da casa no país de origem: a casa é recolhida no fornecedor e o transporte até Portugal e a entrega no terreno ficam a cargo da Mobile Home Logistic.

Para quem compra usado, ficam avisos claros: as casas usadas não têm garantia (os produtos novos têm), e esta tem mais de 20 anos de uso. Pode precisar de pequenas reparações e deve passar por uma revisão geral de gás, eletricidade e canalização à chegada. Uma casa inglesa tem fichas e medidas de tubagem diferentes das portuguesas, pelo que são precisos adaptadores ou adaptação.

Matheus explica também o que acontece quando o acesso é difícil: numa visita técnica ao terreno avalia-se se é preciso apoio extra ou corte de rua, e o custo desse apoio extra e a licença na câmara municipal ou junto da polícia ficam definidos nessa visita, com orientação da Green Village. Em Amarante não foi preciso nenhum dos dois.

Até ao local escolhido, foi preciso manobrar por dois portões, entre fios, árvores e uma pequena descida, até a casa ficar pousada no sítio. A operação no local levou cerca de uma a duas horas. Em maio de 2026, o preço indicado na descrição do vídeo foi de 16 000 €, com transporte incluído; o IVA é apresentado à parte. O cliente já pediu à Green Village ajuda para escolher mais duas casas, desta vez sob importação.

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